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A cada dia, histórias são interrompidas.
A cada semana, famílias são quebradas.
A cada ano, milhares de futuros deixam de existir.
É possível apagar isso!
Não ignorar. Não esconder.
Escrever uma nova realidade: sem nenhuma mulher a menos.
A campanha Semente de Mudança convida a sociedade a refletir sobre educação, respeito e o fim da violência contra a mulher.
Durante o mês de março, serão distribuídos lápis-semente com a mensagem:
Mais do que um objeto simbólico, o lápis é um convite à reflexão e à mudança.
Como funciona o lápis-semente
Cada lápis possui sementes de dipladênia-mandevilla-roxa em sua extremidade — uma planta resistente e adaptável, símbolo de resiliência e transformação.
O processo é simples:
O gesto representa a ideia central da campanha:
Assim como uma semente precisa ser cultivada, uma cultura de respeito também.
A campanha será realizada em:
A ação envolve servidores, entidades, estudantes e a comunidade, ampliando o diálogo sobre prevenção da violência e construção de uma sociedade mais justa.
Cada lápis distribuído é um lembrete:
toda transformação começa com uma semente.
No Brasil, em média:
Vítimas de feminicídio em 2026
*Estimativa desde 1º de janeiro de 2026 até hoje
1 mulher morta a cada 6h — Fonte: Mapa Nacional da Violência de Gênero
O Sindilegis é um deles. A partir de agora, o Sindicato passa a integrar esse esforço nacional, que une Estado e sociedade para impedir que essas mortes continuem acontecendo.
O movimento nacional reúne instituições públicas e privadas para enfrentar a violência contra a mulher como problema coletivo — não individual.
Nenhuma mulher deve depender da sorte para sobreviver e nenhuma instituição pode se omitir.
Essa semente não começou hoje. Desde 2018, o Sindilegis adotou uma posição pública.
A campanha questionava homenagens simbólicas sem mudanças reais. Em vez de receber flores, mulheres entregaram rosas a parlamentares, convidando-os a assumir compromisso com igualdade.
Premiada internacionalmente
Objetos cotidianos foram ressignificados: vassoura para varrer a desigualdade, colher para intervir na violência doméstica. Não existe neutralidade diante da violência.
Reveja aqui →Evento com a deputada Erika Kokay, a diretora-geral do Senado Ilana Trombka, a coronel Sheyla Sampaio e a jornalista Nana Queiroz para tornar visível o que é tratado como "costume".
Reveja aqui →Escrito com o Instituto AzMina, voltado para homens reconhecerem atitudes machistas. Distribuído no Congresso, Senado e TCU. Pauta no GNT, traduzido para o inglês e premiado internacionalmente.
Premiado internacionalmente · 📺 GNT
Escrito por Cristiane Sobral, com ilustrações de Preta Ilustra, prefácio de Toni Garrido. Amplia a discussão: violência não é só física, é estrutural.
"Violência não é só física, é estrutural."
Baixe o guia →Agora é diferente. Antes, era conscientização. Agora, temos um compromisso permanente: aderimos ao pacto nacional e assumimos publicamente que não vamos apenas denunciar a violência — vamos trabalhar para que ela deixe de existir.
Esse lápis carrega mais do que palavras.
Carrega a semente de um compromisso de mudança.
Escreva novas histórias.
Um futuro sem feminicídio precisa ser escrito e cultivado por todas e todos.
Plante essa semente.
Plante essa semente.
Central de Atendimento à Mulher
Serviço gratuito, 24h, que orienta, acolhe e encaminha mulheres em situação de violência.
Disque Direitos Humanos
Canal nacional, 24h, para registro e encaminhamento de denúncias de violações de direitos humanos.
Juntos, podemos apagar a violência da história do Brasil.