Semente de Mudança

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Hoje, no Brasil, mulheres ainda morrem por serem mulheres.

A cada dia, histórias são interrompidas.

A cada semana, famílias são quebradas.

A cada ano, milhares de futuros deixam de existir.

É possível apagar isso!

Não ignorar. Não esconder.

Escrever uma nova realidade: sem nenhuma mulher a menos.

Lápis Semente de Mudança — Pelo Fim do Feminicídio

Um lápis que escreve. Uma semente que transforma.

A campanha Semente de Mudança convida a sociedade a refletir sobre educação, respeito e o fim da violência contra a mulher.

Durante o mês de março, serão distribuídos lápis-semente com a mensagem:

PELO FIM DO FEMINICÍDIO

Mais do que um objeto simbólico, o lápis é um convite à reflexão e à mudança.

Como funciona o lápis-semente

Cada lápis possui sementes de dipladênia-mandevilla-roxa em sua extremidade — uma planta resistente e adaptável, símbolo de resiliência e transformação.

O processo é simples:

lápis Use o lápis normalmente.
lápis Quando ele estiver pequeno, plante a extremidade com sementes.
lápis Cuide da planta e acompanhe seu crescimento.

O gesto representa a ideia central da campanha:

Assim como uma semente precisa ser cultivada, uma cultura de respeito também.

A campanha será realizada em:

lápis casas legislativas
lápis assembleias
lápis sessões solenes
lápis escolas públicas

A ação envolve servidores, entidades, estudantes e a comunidade, ampliando o diálogo sobre prevenção da violência e construção de uma sociedade mais justa.

Plante essa mudança

Cada lápis distribuído é um lembrete:
toda transformação começa com uma semente.

ESTES NÚMEROS AINDA EXISTEM

No Brasil, em média:

0
vidas interrompidas em 2025 (jan–dez)
1 a cada 6h
uma mulher é vítima de feminicídio
0
o Brasil tem a quinta maior taxa de feminicídio do mundo

Vítimas de feminicídio em 2026

0

*Estimativa desde 1º de janeiro de 2026 até hoje
1 mulher morta a cada 6h — Fonte: Mapa Nacional da Violência de Gênero

Por isso, neste ano, algumas entidades representativas de servidores decidiram agir e firmaram um compromisso: aderir ao Pacto Nacional contra o Feminicídio.

O Sindilegis é um deles. A partir de agora, o Sindicato passa a integrar esse esforço nacional, que une Estado e sociedade para impedir que essas mortes continuem acontecendo.

O pacto prevê:

  • integrar dados e sistemas para identificar rapidamente situações de risco;
  • fortalecer a rede de proteção, unindo polícia, Justiça, saúde e assistência social;
  • agilizar medidas protetivas, garantindo resposta rápida às denúncias;
  • capacitar profissionais para reconhecer sinais de violência e agir imediatamente;
  • promover campanhas permanentes de prevenção e conscientização;
  • monitorar agressores, evitando a escalada da violência que pode levar ao feminicídio.
Saiba mais: https://todosportodas.br/

Todos por Todas

O movimento nacional reúne instituições públicas e privadas para enfrentar a violência contra a mulher como problema coletivo — não individual.

Nenhuma mulher deve depender da sorte para sobreviver e nenhuma instituição pode se omitir.

Sindilegis Fenale Senado Federal TCU

A TRAJETÓRIA DO SINDILEGIS NESSA MUDANÇA

Essa semente não começou hoje. Desde 2018, o Sindilegis adotou uma posição pública.

2018

Florzinha é bom, mas direitos iguais é melhor

A campanha questionava homenagens simbólicas sem mudanças reais. Em vez de receber flores, mulheres entregaram rosas a parlamentares, convidando-os a assumir compromisso com igualdade.

Troféu Premiada internacionalmente

Reveja aqui →
2019

Armas contra o machismo

Objetos cotidianos foram ressignificados: vassoura para varrer a desigualdade, colher para intervir na violência doméstica. Não existe neutralidade diante da violência.

Reveja aqui →
2019

3º Café com Política: Armas contra o machismo

Evento com a deputada Erika Kokay, a diretora-geral do Senado Ilana Trombka, a coronel Sheyla Sampaio e a jornalista Nana Queiroz para tornar visível o que é tratado como "costume".

Reveja aqui →
2022–2024

Guia "Como não ser um babaca"

Escrito com o Instituto AzMina, voltado para homens reconhecerem atitudes machistas. Distribuído no Congresso, Senado e TCU. Pauta no GNT, traduzido para o inglês e premiado internacionalmente.

Troféu Premiado internacionalmente · 📺 GNT

Acesse o site →
2024

Guia "Como não ser racista"

Escrito por Cristiane Sobral, com ilustrações de Preta Ilustra, prefácio de Toni Garrido. Amplia a discussão: violência não é só física, é estrutural.

"Violência não é só física, é estrutural."

Baixe o guia →
Versão em espanhol →
2025–2026

Semente de Mudança

Agora é diferente. Antes, era conscientização. Agora, temos um compromisso permanente: aderimos ao pacto nacional e assumimos publicamente que não vamos apenas denunciar a violência — vamos trabalhar para que ela deixe de existir.

O futuro se escreve com nossas escolhas.

Esse lápis carrega mais do que palavras.

Carrega a semente de um compromisso de mudança.
Escreva novas histórias.
Um futuro sem feminicídio precisa ser escrito e cultivado por todas e todos.

Plante essa semente.

Plante essa semente.

Punho PARTICIPE DO MOVIMENTO

DENUNCIE

Ligue 180

Central de Atendimento à Mulher

Serviço gratuito, 24h, que orienta, acolhe e encaminha mulheres em situação de violência.

WhatsApp →

Disque 100

Disque Direitos Humanos

Canal nacional, 24h, para registro e encaminhamento de denúncias de violações de direitos humanos.

FAÇA PARTE DESTA UNIÃO

Juntos, podemos apagar a violência da história do Brasil.